Consultor do Instituto Semeia fala sobre experiências e benefícios de terceirização de parques

por Anderson — publicado 12/11/2015 13h08, última modificação 12/11/2015 13h08
A terceirização de serviços dentro dos Parques é uma iniciativa de longo prazo que pode contribuir para o aumento do número de turistas, melhoria da qualidade de atendimento, criação de novos atrativos

Julio Gonchorosky, consultor do Instituto Semeia fez o uso da tribuna livre da Câmara da Lapa para apresentar experiências e benefícios da terceirização de parques no Brasil e exterior. O processo de terceirização de algumas atividades dentro do Parque é uma iniciativa de longo prazo que pode contribuir para o aumento do número de turistas, melhoria da qualidade de atendimento, criação de novos atrativos, bem como a geração de emprego e renda.
Parceiro do Governo em outros estados, o Instituto Semeia promove a aproximação dos setores privado para garantir a conservação e o desenvolvimento das áreas envolvidas no projeto. Estudo semelhante está sendo desenvolvido para ser aplicado no parque do Monge que irá estimular o turismo nas unidades de conservação do estado, para ampliar a preservação e promover o desenvolvimento sustentável.
O Consultor veio a convite dos vereadores Célio Guimarães e Arthur Vidal para esclarecer algumas dúvidas sobre o funcionamento da terceirização de serviços a ser implantada no Parque do Monge. “Devido a atual situação que se encontra no parque, é importante que acompanhemos todas e quaisquer ações que serão desenvolvidas no monge para que possamos cobrar atitudes coerentes dos responsáveis”, falou o vereador Célio.

 

O Instituto Semeia

O Semeia é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2011, como a concretização da vontade de seus fundadores de deixar um legado para o Brasil.
Os projetos trabalhados pelo Semeia buscam estimular e estabelecer, de forma legal, ética e transparente, parcerias entre o setor público e o setor privado , para que empresas ou organizações da sociedade civil possam colaborar com o governo na gestão dos parques, sendo também responsáveis pela conservação da biodiversidade e com o direito de implementar atividades turísticas, nas áreas em que o uso público é permitido, como forma de gerar lucro e investimento e dinamizar as comunidades do entorno, resultando em oportunidades, renda e emprego para a população.
O Instituto Semeia acredita que as áreas protegidas, como por exemplo os parques, podem ser fontes de riquezas para a sociedade, contribuindo para a geração de oportunidades de lazer, renda e bem-estar para a população. Na Região Metropolitana de Curitiba está sendo desenvolvido estudos para os parques da Serra da Baitaca, em Piraquara e Quatro Barras, e Parque do Monge, na Lapa.

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